Entrevistamos o pernil da Festa de Santa Rita

Há quanto tempo o Sr. vem à Festa da Padroeira?

É a minha quadragésima visita consecutiva. Venho a Santa Rita desde 1961. Posso dizer que sou o visitante mais assíduo da festa. Essas minhas andanças me proporcionaram uma grande alegria no ano passado. Entrei para o Guiness como a peça de carne mais antiga em atividade.

Esse reconhecimento trouxe muita fama?

Sou conhecido no país, desde a Copa de 1950. Naquele dia dramático, o tumulto foi tão grande, na saída do Maracanã, que me arrancaram duas lascas de cenoura. Precisei realizar três intervenções para repor o legume perdido. Graças a Deus, correu tudo bem.

O senhor continua com muita disposição, não é?

Com o passar dos anos, ganhei umas gordurinhas loca-lizadas, fiquei um pouco ressecado, mas confesso que continuo atraindo muitos fãs.

O japonês da barraca de churros declarou que é mais tradicional na festa do que o senhor.

Não é verdade. Eu cheguei primeiro. O burrinho pintado de zebra, que Deus o tenha, foi o segundo. O japonês dos churros foi apenas o terceiro barraqueiro a aparecer por aqui.

Envie uma mensagem aos seus estimados amigos santa-ritenses.

Espero por vocês nesse magnífico “Shopping Center” popular. Que todos tenham uma festa inesquecível e até o carnaval, se Deus assim permitir. Um beijo no coração de cada um.

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