O Inatel e a internet 5G (Por Salatiel Correia)

Com a presença do ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, foi apresentada a ele e aos empresários que atuam no setor de telecomunicações uma inovação nesse ramo da eletrônica de grande importância para a comunicação não só com Brasil, mas, também, para o resto do mundo: a comunicação em 5G. Quem lidera este processo de pesquisa é a primeira escola de ensino superior em telecomunicações no país: o Instituto Nacional  das Telecomunicações ‒ INATEL.

A pesquisa, financiada pela FINEP e pelo Ministério de Telecomunicações, foi desenvolvida por uma equipe de 30 pesquisadores liderados pelo jovem doutor Luciano Leonel Mendes.

A importância da internet 5G centra-se no fato de ela expandir seu raio de ação dos centros urbanos (já atendidos) para duas outras regiões do país carentes de ter internet nos seus lares. No entender do doutor Leonel Mendes, “os benefícios educacionais, sociais e econômicos são enormes”, aponta esse pesquisador para, em seguida, concluir: “pode-se aumentar a produtividade do campo, levar mais oportunidades de formação para quem está em áreas remotas, enfim, oferecer a chance para todas as pessoas participarem dessa era da informação na qual estamos vivendo”.

Não poderia ser mais adequado que a internet 5G fosse desenvolvida no campus do Inatel. Nessa instituição, o tripé ensino, pesquisa e mercado andam juntos. Lá no pé Serra da Mantiqueira, conhecida como sendo o Vale do Silício brasileiro, convivem lado a lado mais de 150 indústrias de eletrônica. Essas se articulam com o Inatel elevando os esforços sinérgicos que vêm trazendo resultados que orgulham não só os professores, mas, também, os mais de 5.000 alunos que, como este escriba, tiveram o prazer de ver o que uma instituição feita para durar é capaz de fazer.

Salatiel Soares Correia é engenheiro, bacharel em administração de empresas, mestre em planejamento energético. É autor, entre outras obras, de Cheiro de Biblioteca.

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